quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Usinas Itapecuru e Japungu abrem as portas para o ‘Cantões da Cana’

Expedição descobre novas técnicas de produtividade em 
visitas no Norte e Nordeste

Fachada da Usina Itapecuru Bioenergia, MA

Com mais de 30 mil quilômetros rodados e mais alguns para percorrer, o Projeto Expedição ‘Cantões da Cana’ não para. O sonho vem se tornando realidade a cada nova etapa percorrida graças ao empenho do idealizador Tercia Dalla Vecchia, hospitalidade da região, disposição das usinas e receptividade dos executivos.

Dessa vez, a oportunidade foi visitar a Usina Itapecuru Bioenergia, localizada no município de Aldeias Altas, no Maranhão e a Usina Japungu, sediada em Santa Rita, Paraíba.

“As duas Usinas carregam uma história de desenvolvimento peculiar. Apesar das dificuldades de ordem geral como climáticas, fertilidade do solo, área de expansão restrita e escassez de mão de obra qualificada, as usinas sempre buscaram novas práticas com inovações tecnológicas para se manterem, aliadas à boa gestão”, descreveu Dalla Vecchia.

Com capacidade para moer 800 mil toneladas de cana por ano, a Itapecuru irá processar nesta safra 400 mil toneladas de cana, 50% da sua capacidade industrial, devido ao impacto da maior seca dos últimos 40 anos, ocorrido em 2012.

Segundo o presidente Vander Gonçalves, os desafios operacionais atuais estão voltados para o desenvolvimento de tecnologia para melhorar a eficiência da irrigação. “Atualmente, contemplamos 100% do canavial no modo aspersão, um dos maiores sistemas de irrigação do Brasil”, comentou.

A ferrovia Transnodestina, disse o presidente, passa a 1,5 quilômetro da Usina, o que proporciona o escoamento da produção de etanol a custos competitivos.

A Usina Itapecuru conta com 35% da colheita mecanizada e é a única em um raio de 100 quilômetros, empregando 1.500 funcionários diretos e cerca de 4.500 indiretos.


Usina Japungu


 
Tercio Dalla Vecchia e Dante Hugo, gerente agrícola da Usina Japungu, PB

 Não muito diferente na Japungu, cujo solo também é arenoso e necessita de calcário, gesso, cálcio e microelementos para melhoria da terra, a Unidade vislumbrou o uso da palha como estratégia fundamental e melhoria da matéria orgânica, na retenção da umidade e rápida decomposição. Já que área para expansão de cana na Paraíba está escassa, a saída é melhorar a produtividade com as práticas de irrigação.

“Sem irrigação não teríamos nada no Nordeste. Nossas técnicas para alavancar a produtividade são: colheita de cana crua para manter a palha, variedades mais adaptadas à seca, irrigação plena e adição da matéria orgânica (troca de filtro, vinhaça, esterco de galinhas e itens da própria cana)”, pontuou o gerente agrícola, Sr. Dante Hugo V. Guimarães.

A Japungu atinge, em média, cinco a seis cortes de cana com irrigação contra três a quatro cortes sem irrigação. Guimarães disse que ter uma equipe enxuta, madura, que conhece as tradições da empresa, exerce boa administração e busca inovações tecnológicas é o que importa. “Ainda temos muito a melhorar, pois a competição é grande, mas somos otimistas e confiantes”.

Viabilizada por empresas que acreditam no Projeto, a Expedição conta com os parceiros: Run Time, Maubisa, Alvenius Metalcoating, Bortolot, JornalCana, BIO&Sugar, CEISE Br, Raízen, JSM Comunicação e Mr. Veggy.

‘Cantões da Cana’ aterrissa em Alagoas

Mão de obra e topografia são as principais dificuldades das usinas 
da região contra o significativo rendimento agrícola e modernização de sistemas de produção

Tercio Dalla Vecchia (CEO da Reunion Engenharia) e o 
superintendente da Usina Santo Antonio, Cláudio Cavalcante

Se não bastasse visitar os solos do Pará, Maranhão, Piauí, Bahia, Rio Grande do Norte e Paraíba, dessa vez a Expedição ‘Cantões da Cana’ aterrissou no Estado de Alagoas, um dos maiores produtores de cana-de-açúcar do país formado por 102 municípios.

Com área ligeiramente maior que a do Haiti, Alagoas ocupa mais de 27 mil quilômetros quadrados de terra, mas, atualmente, só cultiva 440 mil hectares de cana sem possibilidade de expansão. Já chegou a ter mais de 30 unidades industriais e hoje conta com 24 usinas em operação, sendo duas paralisadas em razão da escassez de água.

O Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool do Estado de Alagoas (Sindaçúcar) foi um dos pontos a ser visitado. Tercio Dalla Vecchia, idealizador do Projeto e CEO da Reunion Engenharia conversou com o Sr. Alfredo Cortês, assessor geral da presidência, fundador da entidade de classe dos industriais, coordenador, diretor e depois fundador da Açucal – entidade dos usineiros, mais tarde incorporada ao Sindicato.

De acordo com Cortês, “tecnologicamente e verticalmente, Alagoas sempre esteve à frente do Nordeste como maior produtor de etanol, de cana e de energia renovável”. O assessor contou ainda que o Estado possui uma estação experimental de cana localizada na Serra do Ouro onde se produz muitas variedades interessantes, inclusive algumas existentes no Sul do país.

De posse da maior unidade produtora de cana, açúcar e energia do Nordeste, a Usina Coruripe Matriz em Alagoas integra o Grupo Tércio Wanderley, que conta ainda com quatro unidades industriais em Minas Gerais: Filial Iturama, Filial Campo Florido, Filial Limeira do Oeste e Filial Carneirinho, além da Coruripe Energética. Juntas são as que mais produzem açúcar e álcool em todo o Norte e Nordeste brasileiro.

Para Cortês, um dos gargalos recorrentes na região é a falta de mão de obra qualificada e topografia irregular. “A topografia na região Norte do Estado é o maior problema, diferente da região Sul, cuja topografia é plana, onde chamamos de tabuleiros e permite a utilização de colhedora de cana”.

Usina Santo Antonio – Outra região visitada pelo ‘Cantões da Cana’ foi a Central Açucareira Santo Antonio, a segunda maior Usina do Estado de Alagoas. Com área total de 20 mil hectares de cana, apenas 38% da área é plana (são planas), sendo o restante acidentado.

A Central Açucareira Santo Antonio possui canaviais próprios, conta com as áreas de seus acionistas, precipitação pluviométrica suficiente para as necessidades dos canaviais, o que permite a obtenção de uma boa produtividade agrícola.

De acordo com o superintendente da Usina, o Sr. Cláudio Cavalcante, o rendimento agrícola é muito alto, sempre acima de 82 toneladas por hectare. Ele atribui esse rendimento a dois aspectos: o cuidado com o trato e adubo da terra, já que a predominância de chuva é maior que na região sul.

“Estamos trabalhando para trabalhar com eficiência e acompanhar as perdas, ou seja, onde estão essas perdas, identificá-las e quantificá-las para assim buscarmos melhor eficiência”, descreveu.

Em mais de 50 anos de atividades, o esforço para modernizar os sistemas de produção e controle tem sido uma constante. O aperfeiçoamento do capital humano mediante treinamento e adoção de práticas modernas de trabalho, a renovação dos equipamentos de todos os setores, com particular ênfase à automatização, e o uso de sistemas informatizados de gestão, são prioridade absoluta.

Além de produzir açúcar para exportação e para o mercado interno, bem como álcool combustível e para uso industrial, a Usina Santo Antonio se destaca pela peculiaridade de ser a única usina alagoana a produzir álcool extraneutro, próprio para fabricação de bebidas e cosméticos. Sua produção alcooleira é destinada não somente ao mercado interno como também à exportação.

A Expedição ‘Cantões da Cana’ é viabilizada por empresas que acreditam neste Projeto e conta com os parceiros: Run Time, Maubisa, Alvenius Metalcoating, Bortolot, JornalCana, BIO&Sugar, CEISE Br, Raízen, JSM Comunicação e Mr. Veggy.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

‘Cantões da Cana’ relembra história do Grupo Andrade e visita Salinas, MG

Expedição reencontra amigos, recorda histórias de superação  e visita a terra da cachaça brasileira

Ana Paula Ramos (vendedora), César Silva (proprietário), Tercio e Jair Soares (cliente): durante 
a visita à Cachaçaria Artesanal de Salinas, MG – Nova Aliança, Tercio foi agraciado com uma 
cachaça da melhor qualidade, dentre as 150 marcas existentes 


O Projeto ‘Cantões da Cana’, que já percorreu mais de 30 mil quilômetros, tem desbravado cada vez mais novas regiões pelo Brasil. Dessa vez foi o Triângulo mineiro a ser explorado. A Companhia Energética Vale do São Simão (Grupo Andrade), localizada em Santa Vitória, MG e a fábrica da Cachaça Salinas receberam a visita do idealizador Tercio Dalla Vecchia, CEO da Reunion Engenharia.

Apesar de as visitas ecoarem um tom alcoólico, renderam generosas conversas sobre as histórias de superação das duas companhias. O Grupo Andrade teve início em 1961 quando o pai de José Carlos Andrade montou um engenho de pinga em Pitangueiras, SP, com uma produção de 12 toneladas por horas, apenas 12 funcionários, 60 cortadores de cana e muita pinga.

Depois de formado, José Carlos assumiu a parte industrial, buscou alternativas tecnológicas para melhorar os processos, adquiriu novos equipamentos e chegou a alcançar uma produção de 22 milhões de litros de etanol por ano. Com o tempo, o Grupo amadureceu, arrendou novas terras, passou a fabricar e estocar etanol, trocou moendas de maior capacidade e atingiu a casa dos 300 milhões de litros de etanol, em 1993.

Considerada a maior destilaria autônoma do Brasil, o Grupo Andrade chegou a estocar 100 milhões de litros de álcool em Paulínia, SP e 30 milhões na Usina Santa Lídia. Segundo José Carlos Andrade, parte do etanol era vendida na mesa distribuidora e o que sobrava era destinado ao petróleo brasileiro. “Em 97, a crise nos pegou e o governo nos deixou a ver navios, mas em 98 passamos a fabricar açúcar através de um projeto financiado”, disse.

Em 2002, o Grupo montou outra usina, a São José, localizada em Colina, SP e profissionalizou sua gestão nos cargos da superintendência e do comercial. José Carlos que era diretor industrial, consultor técnico e membro do conselho precisou abrir mão dos seus cargos e decidiu montar sua própria consultoria em Ribeirão Preto, SP – a Andrade Consult.

Em 2006, a unidade industrial São José passou a fazer parte do Grupo Guarani e, em 2007, o controle acionário da Andrade Açúcar e Álcool S/A foi adquirido pelo Grupo.

Desde então, o consultor vislumbrou novas possibilidades para a Cia Energética de São Simão e montou um projeto de cinco milhões de toneladas por safra, com a ajuda da Reunion Engenharia, sendo inicialmente para um milhão e meio de toneladas.

“No ano seguinte começamos a terraplanagem e em julho do mesmo ano botamos fogo na caldeira”, lembrou José Carlos dizendo que apesar das inúmeras dificuldades com o transporte, moradia, mão de obra, licença, variedade da cana, problemas climáticos, entre outros, espera moer em 2014 cerca de três milhões de toneladas de cana e está fazendo parcerias na cogeração.

Ícone da Cachaça - A visita à fábrica da Cachaça Salinas foi um marco para a Expedição. Batizada pelo nome da cidade, com o intuito de homenagear a terra, nos anos de 1986, hoje ela é um ícone no mundo da Cachaça e para seus apreciadores pela incontestável qualidade.

Tercio Dalla Vecchia em conversa com o Sr. Sabino de Souza, nascido e criado em Salinas, MG, percebeu que o gosto da família em consumir cachaça motivou a produção artesanal, primeiramente, para consumo próprio e, mais tarde, para comercialização em pequena escala.

Muito apreciada pelos clientes, a família decidiu montar um pequeno alambique de apenas 20 litros em tom de ‘brincadeira de menino’ que se tornou ponto de encontro na cidade. “Uma das produções rendeu 240 litros. Bebemos quase tudo, presenteei amigos e todos diziam que a cachaça era preciosa – nome dado à Cachaça na época”, declarou Sabino que este ano irá produzir somente 20 mil litros por não ter cana suficiente devido à escassez de chuva.

“Ouvir as histórias e vivenciar cada visita nesses encontros tem sido espetacular. Sinto-me privilegiado em concretizar essa Expedição e poder extrair dela muitas lições de vida e extenso conhecimento”, disse Tercio.

A Expedição que será expressa em um Livro intitulado ‘Cantões da Cana’, não só resulta em visitar as unidades processadoras de cana-de-açúcar do Brasil e do exterior, mas também contribuir para este setor que tanto colaborou com a Reunion Engenharia, ao longo dos 20 anos.

A Fase 1 da Expedição visitou usinas dos Estados Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e unidades de São Paulo. Já a Fase 2 segue visitando alguns municípios do Estado da Bahia, Norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

A Expedição carrega com ela os patrocinadores parceiros: Run Time, Maubisa, Alvenius Metalcoating, Bortolot, JornalCana, BIO&Sugar, CEISE Br, Raízen, JSM Comunicação e Mr. Veggy.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

‘Cantões da Cana’ visita Usina Comvap, PI

Instalações da Usina Comvap, na cidade União, PI

Usina está em processo de adaptação do plantio para a colheita mecanizada

Os dirigentes da Usina Comvap, sediada no município de União, no Piauí, receberam o CEO da Reunion Engenharia, Tercio Dalla Vecchia durante as visitas do Projeto Expedição ‘Cantões da Cana’ pelo Norte e Nordeste do Brasil.

Durante o encontro nas instalações da Usina, o gerente geral Flávio de Carvalho Costa contou sobre a fundação da destilaria, em 1980, a trajetória inicial do Grupo, as dificuldades superadas e o projeto de açúcar instalado em 2004, em fase experimental, com a utilização de equipamentos usados para avaliar se, de fato, compensaria tal investimento. Em 2007, a Comvap iniciou sua produção de açúcar.

Com tendência inicial de ser mais alcooleira, a única Usina do Estado do Piauí mantém o mix de produção, empacota açúcar e vende no Piauí, Ceará, Maranhão e outros Estados.

Com disponibilidade de área para expansão e perspectiva de ampliar sua produção, o Grupo começou a expandir em 2005, no Maranhão, em razão de terras mais acessíveis e próximas ao rio Parnaíba.

Com irrigação necessária, o gerente agrícola, Dorian Brito Gouveia comentou que “se você irrigar na época seca vai ganhar, principalmente, na produção do próximo ano. Como aqui temos irrigação em uma área concentrada, a irrigação de salvação se dá em 20% da produção”.

A Usina Comvap está em processo de adaptação do plantio para a colheita mecanizada. Segundo os diretores, esta técnica precisa ser muito bem implantada e dimensionada com treinamento forte de operação e manutenção.

A Expedição ‘Cantões da Cana’ continua percorrendo alguns Estados do Brasil e carrega com ela os patrocinadores parceiros: Run Time, Maubisa, Alvenius Metalcoating, Bortolot, JornalCana, BIO&Sugar, CEISE Br, Raízen, JSM Comunicação e Mr. Veggy. 


Agro Serra: terra próspera maranhense abre a porteira para o ‘Cantões da Cana’



Diretores da companhia receberam o idealizador do projeto e descreveram
a jogada de mestre nos anos 80

Localizada no município maranhense de São Raimundo das Mangabeiras (a 709 quilômetros de São Luiz), a Usina Agro Serra, identificou, em 1983, uma grande oportunidade para o cultivo da soja. Ao fazer uma pesquisa na região, o engenheiro florestal Sr. Serafim Adalberto Ticianel, já falecido, juntamente com seu irmão Pedro Ticianel, viabilizaram a instalação da Agro Pecuária e Industrial Agro Serra Ltda.
Na época, o fator decisivo para o Sr. Serafim foi a existência do Porto de São Luiz, a ferrovia dos Carajás e a fácil transação entre os territórios Norte e Nordeste. “Diante dessas facilidades, duas delas nos interessava bastante: a logística internacional, ou seja, menos milhas em relação à Roterdã e à China, e o mercado interno por estarmos na porta do Norte e Nordeste”, revelou o diretor presidente, Sr. Pedro Ticianel, quando da visita do CEO Tercio Dalla Vecchia, pela Expedição ‘Cantões da Cana’.   
A principal vantagem na Agro Serra é que a Usina está instalada no ponto mais alto da propriedade. Toda a água utilizada das próprias fontes nascentes é bombeada, mas depende de energia elétrica que parte é gerada pela própria Usina. “Nós distribuímos essa água para 100% da nossa área cultivada. Apesar do alto custo da operação, praticamos a irrigação, uma solução que poucas usinas têm”, disse o diretor Túlio.
Para Tercio Dalla Vecchia, que ouviu as histórias e está vivenciando as visitas, cada encontro tem sido um momento ímpar. “Sinto-me privilegiado em concretizar essa Expedição e poder extrair dela muitas lições de vida e extenso conhecimento”, desabafou.
A Expedição que será expressa em um Livro intitulado ‘Cantões da Cana’, não só resulta em visitar as unidades processadoras de cana-de-açúcar do Brasil e do exterior, mas também contribuir para este setor que tanto colaborou com a Reunion Engenharia, ao longo dos 20 anos.
A Fase 1 da Expedição visitou usinas dos Estados Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e unidades de São Paulo. Já a Fase 2, prevista para encerrar em meados do segundo semestre deste ano, segue visitando alguns municípios do Estado da Bahia, Norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
A Expedição carrega com ela os patrocinadores parceiros: Run Time, Maubisa, Alvenius Metalcoating, Bortolot, JornalCana, BIO&Sugar, CEISE Br, Raízen, JSM Comunicação e Mr. Veggy.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

‘Cantões da Cana’ visita Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro

Sonho que está se tornando realidade reúne trabalho e lazer

Com mais de 27 mil quilômetros rodados, a Expedição ‘Cantões da Cana’ que antes era um sonho, está se concretizando a cada nova etapa percorrida. Esta semana visitará alguns municípios do Estado da Bahia e depois seguirá nos próximos dias visitando o Norte de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Com previsão de conhecer mais de 15 locais dessas regiões, essa aventura também pretende visitar as instalações da famosa cachaça de Salinas, localizada no município de mesmo nome, que é o mais importante polo nacional de produção de cachaça de alambique com mais de 50 marcas e produção anual que gira em torno de 4 milhões de litros.

O projeto ‘Cantões da Cana’, idealizado pelo professor, engenheiro e CEO da Reunion Engenharia, Tercio Dalla Vecchia, já percorreu mais de 50 mil quilômetros. Passou pelo Oeste de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Triângulo mineiro.

Sua camionete adesivada, ou seja, identificada com o nome da Expedição e seus patrocinadores, foi até o Estado do Pará para a jornada seguir do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas até Sergipe.

A Expedição conta com o apoio dos patrocinadores parceiros, entre eles: Run Time, Maubisa, Alvenius Metalcoating, Lumobras, Bortolot, JornalCana, BIO&Sugar, CEISE Br, Raízen, JSM Comunicação e Mr. Veggy.

Para Tercio Dalla Vecchia, que reuniu trabalho e lazer disse que o Brasil é muito especial. “Tem muita coisa a ser explorada. Temos cana em, praticamente, todo o canto. Mesmo em regiões onde não há produção de açúcar e álcool, a cana está presente nas vidas das pessoas. Está enriquecendo minha cultura, mas principalmente, minha alma”, comentou.
O término da Fase 2 está previsto para meados do segundo semestre deste ano com visitas em usinas do Estado de São Paulo e sul de Minas Gerais.

Momento Especial ‘20 Anos’ - após estabelecer um canal de comunicação com os executivos, registrar as lições de cada cantão onde há um pé de cana, levantar as necessidades locais que visem propiciar melhorias técnicas e econômicas nos processos industriais; descobrir histórias, costumes e personagens de cada região e, ainda, contribuir com a cultura do açúcar, o idealizador irá publicar um Livro sobre a viagem em comemoração aos 20 anos da Reunion Engenharia.

De acordo com Dalla Vecchia, a motivação é resgatar o que há de mais significativo em cada região. “O roteiro do Livro prevê uma descrição divertida das visitas nas unidades processadoras de cana-de-açúcar, incluindo fotos, histórias peculiares, depoimentos, tecnologias e dados interessantes do setor para serem compartilhados entre os parceiros, clientes e amigos”, concluiu.


Veículo da Expedição em terras nordestinas


Expedição ‘Cantões da Cana’ dá início à Fase 2

Mais de nove mil quilômetros, 90 dias e 60 locais das regiões do
Sudeste, Norte e Nordeste serão visitados durante a segunda fase da Expedição

A Reunion Engenharia, que está realizando a Expedição ‘Cantões da Cana’ para comemorar os 20 anos de trabalho e também contribuir com a ‘cultura do açúcar’, dará início à segunda Fase do ‘Cantões da Cana’ no próximo dia 21 de abril. Uma maratona de mais de 10 mil quilômetros já foi percorrida durante a Fase 1 e, na Fase 2, a distância pré estabelecida é de nove mil quilômetros em, aproximadamente, 90 dias.

Nesta Fase, serão visitados cerca de 60 locais das regiões de Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Leste de Minas Gerais e Norte de São Paulo. 

Durante a Fase 1, que aconteceu de setembro a novembro de 2012, o CEO da Reunion, Tercio Dalla Vecchia, visitou as regiões Oeste de São Paulo, Norte do Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Oeste de Minas Gerais. Esta primeira etapa da Expedição contou com o apoio dos patrocinadores: Run Time, Complastec, Welding, Lumobras, Maubisa, Alvenius Metalcoating, Bortolot, Planusi, JornalCana, BIO&Sugar, CEISE Br, Dedini, Raízen, JSM Assessoria de Imprensa e Mr. Veggy.
Além de visitar as unidades processadoras de cana-de-açúcar do Brasil, a Expedição também objetiva levantar dados das regiões, conhecer a história da cultura da cana, registrar as lições de cada cantão onde existe um pé de cana e poder contribuir um pouco para este setor que tanto colaborou e continua colaborando para a economia mundial. 
Após o término da Expedição será publicado um livro que prevê uma descrição divertida das visitas, incluindo fotos, histórias peculiares, depoimentos, tecnologias e dados interessantes do setor para serem compartilhados entre os parceiros, clientes, amigos, os próprios colaboradores visitados e o público em geral.

Quem quiser obter mais detalhes deste Projeto e como participar da Fase 2 mostrando a sua marca, favor entrar em contrato nos telefones (11) 4156 6688 ou (16) 3877 2790. 

 Veículo da Expedição em trecho próximo à Araçatuba, SP



Artesanato na beira da estrada em Dourados, MS